terça-feira, 9 de agosto de 2011
Transtorno/Desordem do Défice de Atenção com Hiperatividade - TDAH/DDAH ou Attention Deficit/Hyperactivity Disorder - ADHD
O Transtorno/Desordem do Défice de Atenção com Hiperactividade (TDAH/DDAH) caracteriza-se pelos sintomas de défice de atenção, hiperatividade e impulsividade e é um problema mais comum nas crianças do sexo masculino. No entanto, para que seja diagnosticado este transtorno é fundamental que estes sintomas interfiram, significativamente e de forma negativa, na vida e no desenvolvimento bio-psico-social da criança ou do adulto.
A maioria dos diagnósticos são possíveis serem feitos em crianças na idade escolar, ou seja, a partir dos 6/7 anos de idade, pois é quando a criança inicia as atividades de aprendizado na escola e quando a adaptação à mesma pode mostrar-se comprometido. E raramente antes dessa idade, pois até então o comportamento da criança mais pequena é muito variável e a atenção não é tão exigida quanto à da criança em idade escolar.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Como utilizar os guias práticos de NeuroPsicologia e a sua importância
1 - Qual o objectivo pretendido com a elaboração de vários guias práticos sobre testes e baterias neuropsicológicas;
2 - Como é que os psicólogos, neuropsicólogos, psicoterapeutas e os estudantes podem utilizar estes guias práticos;
3 - Qual o principal benefício na utilização destes guias práticos.
Quanto ao primeiro ponto mencionado, o objectivo que pretendo atingir com os guias práticos de testes e baterias neuropsicológicas é realizar um estudo pormenorizado sobre o tema a que se reporta cada guia prático, nomeadamente ao nível da contextualização da prova e da sua descrição por forma a ter num só guia prático um resumo bastante detalhado sobre a prova em questão.
Perante isto, passamos ao ponto seguinte que se reporta à utilização dos guias práticos e desta forma como cada guia prático tem a informação distribuída, permite uma consulta teórico-prática rápida, quer aos profissionais, quer aos estudantes.
Para os estudantes que estão a iniciar a aplicabilidade dos testes e baterias, em contexto académico, são excelentes meios de aprendizagem, servem de manuais de apoio e de adaptação às provas.
Para os profissionais serão sempre manuais de apoio, de fácil acesso e que podem ser aplicados em diferentes contextos, como clínico, escolar ou empresarial.
O benefício principal com a aquisição destes guias práticos resume-se à reunião de um conjunto de aspectos já trabalhados, estudados, compilados e expostos de forma simples, concisa e prática por forma a quem recorrer a estes guias práticos ter algumas vantagens extremamente relevantes nos dia de hoje, como poupar mais tempo no recurso de acesso a determinada prova; maior eficácia de aplicação dos testes ou baterias, bem como na sua análise para posterior entrega de relatórios; expandir o seu conhecimento de testes e/ou baterias que, até então, desconhecia e que são uma mais valia para a melhoria da qualidade do seu trabalho profissional e, desta forma, alcançar um futuro mais rentável!
Resumindo, cada guia prático assenta numa compilação de vários livros, artigos e outros documentos relevantes sobre determinado teste ou bateria neuropsicológica e que possibilita a sua utilização, no dia-a-dia, de forma simples, funcional e produtiva.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Procura Testes Neuropsicológicos?
Tudo isto graças a si. E é precisamente a pensar em si que estou a preparar um conjunto de e-books/vídeos que o vão ajudar a aplicar várias baterias e testes neuropsicológicos.
Estes produtos vão estar disponíveis apenas para os membros da lista privada da PsicoDigital. Fazer parte da lista é absolutamente grátis, demora menos de 1 minuto e deverá ser bastante rentável.
Para se registar siga o seguinte link: http://www.feedblitz.com/f/?Sub=765038
Obrigado pelo seu interesse!
P.S: Para ter acesso a um bónus nas baterias e nos testes neuropsicológicos que vou publicar apenas para membros, no campo "Promotion Code" escreva "TESTES".
domingo, 7 de março de 2010
Inovar e Reinventar a Psicologia
Tudo começou com a criação deste blog em Setembro de 2007. A motivação para o nascimento da PsicoDigital foi mostrar-lhe uma nova face da Psicologia. Mostrar-lhe que a Psicologia é muito mais do que consultas clínicas. Ouvir as suas questões e esclarecer as suas dúvidas.
O mercado da Psicologia, do lado da oferta de serviços clássicos entregue por Psicólogos com uma visão simplista da aplicabilidade da Psicologia, está completamente saturado e tem os dias contados. Neste ponto crítico, ou inovamos ou torna-mo-nos irrelevantes.
Hoje, inicio uma nova missão: inovar e reinventar a Psicologia. Descubra que benefícios esta missão lhe vai proporcionar!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Qualidade de Vida em Portugal
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Gestão de conflitos
No entanto, a palavra conflito não tem que ter a conectividade negativa a que todos facilmente preferem associar.
Porquê?
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Neuropsicologia
domingo, 9 de novembro de 2008
Blog em Inglês
Quero dar a conhecer a todos os que têm visitado o Blog Psico Digital, que a partir deste dia (9 de Novembro de 2008) nasce um novo Blog, não só para os países de Língua Portuguesa mas para o mundo...
Libertate my Life mantém o mesmo objectivo a que me propus desde o início:
A partilha de Conhecimento através da Psicologia e da Neuropsicologia.
Desejo a todos aqueles que visitarem o Blog Liberate my Life uma experiência tão ou mais agradável quanto aquela que têm tido ao visitarem este blog.
Muito obrigado!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Sobre o questionário
Desde já quero agradecer a todos aqueles que entram no blog PsicoDigital e que mostram total disponibilidade para responder ao questionário que aparece logo de início!
No entanto, peço a todos que responderem ao questionário que especifiquem melhor o assunto ou tema que pretendem encontrar, para assim logo que possível poder disponibilizar a informação que desejam pesquisar.
Muito obrigado a todos!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Pesquisar: Saúde, Ciências Sociais e Humanas e outras áreas
No âmbito da pesquisa para escrever o post sobre Pertubação da ansiedade e Ataques de pânico encontrei dois sites extremamente interessantes e úteis:
O Manual Merck http://www.manualmerck.net/ que aborda variadíssimos temas sobre a saúde desde a Psicologia e Psiquiatria à Neurologia e Cardiologia.
O SAGE Publications http://online.sagepub.com/ que integra vários jornais com artigos de diversas áreas das ciências exactas, sociais e humanas, negócios e sobre a sociedade em geral.
Ambos os sites são bastante completos, o que implica menos tempo em pesquisas sobre o tema que queremos analisar e trabalhar, bem como proporcionam a qualquer pessoa que queira escrever um artigo (científico ou não) informação válida e consistente.
Vale a pena experimentar!!!
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Perturbação de ansiedade e Ataques de pânico
Penso que a ansiedade e o pânico são palavras que, cada vez mais, coabitam o nosso dia-a-dia de forma desmesurada que poderá conduzir a uma perturbação, no entanto, todos nós sentimos em diversos momentos da nossa vida ansiedade e pânico, contudo, tendem a ser sentidos de forma "controlada" e de certa maneira são vistos e sentidos como adequados ao momento que estão a viver.
Então, como podemos definir a Ansiedade e o Pânico?
A ansiedade é um estado emocional desagradável que tem uma causa pouco clara e é frequentemente acompanhado por alterações fisiológicas (como: fadiga, dificuldades de concentração, irritabilidade) e de comportamento semelhantes às causadas pelo medo, no entanto, também pode ser uma resposta ao stress.
No entanto, quando o sistema de respostas à ansiedade funciona de forma incorrecta, ou seja, quando a ansiedade se apresenta em momentos inadequados ou é tão intensa e duradoura que interfere com as actividades diárias da pessoa, então estamos perante uma perturbação por ansiedade.
Para além disso, a ansiedade pode aparecer subitamente, como o pânico, ou gradualmente ao longo de minutos, de horas ou de dias. A duração da ansiedade pode ser muito variável, indo de poucos segundos a vários anos e a sua intensidade pode ir de uma angústia pouco perceptível a um pânico estabelecido.
Por outro lado, o pânico é uma ansiedade aguda e extrema e é acompanhada por sintomas fisiológicos, como: vertigens, aumento do ritmo cardíaco, sudação, falta de ar e dor no peito.
Os ataques de pânico são frequentes, podem ocorrer em qualquer tipo de ansiedade e produzem-se, frequentemente, de modo inesperado ou sem razão aparente o que poderá conduzir, por exemplo, à Agorafobia (evitar os lugares que se temem, nomeadamente, os lugares em que sofreram os ataques de pânico anteriormente, podendo levar ao isolamento).
E, qual o tratamento e medicação apropriada?
Para a ansiedade podem passar por fármacos, como as benzodiazepinas (ansióliticos), no entanto, criam dependência após algum tempo de toma frequente ou, então, a buspirona que é outro fármaco eficaz, contudo parece não provocar dependência física mas demora mais tempo a fazer efeito que as benzodiazepinas.
Para além dos fármacos, a psicoterapia pode também ser eficaz no sentido de ajudar a pessoa a compreender e a superar os seus conflitos, medos, receios para assim, poder controlar progressivamente o seu comportamento em situação que provocam ansiedade.
A maioia das pessoas recuperam dos ataques de pânico sem tratamento medicamentoso, no entanto, a psicoterapia pode mais uma vez ajudar a pessoa a compreender e a superar os seus conflitos, medos, receios de forma a que os ataques de pânico não interfiram de forma negativa na sua vida diária.
Para informações mais detalhadas: http://www.manualmerck.net/
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Medicação: única solução?
No mundo actual em que vivemos, onde as exigências profissionais e familiares aumentam a cada dia que passa, a parte pessoal quer física, mas acima de tudo psicológica vai sendo rotulada como não prioritária e como é hábito dizer "Vai-se andando!..." quando perguntado "Como tem passado?", a verdade é que a parte emocional vai andando até chegar "ao fundo do poço" e não poder mais.
Estar desequilibrado emocionalmente é equivalente ou pior a ter sido diagnosticado uma doença física qualquer. No entanto, na maioria das doenças físicas a solução parte por uma medicação apropriada, já as doenças do foro emocional não se resolvem por si só com medicação, e muito menos quando somos nós os autores da nossa própria medicação.
Então, que outras soluções podemos encontrar e usufruir para além da medicação?
A Psicologia é cada vez mais um recurso fiável às pessoas que a procuram, e na verdade se a pessoa quem procura a Psicologia como uma altenativa para a solução do seu problema, for consciente e, acima de tudo, disponível para confrontar-se com o(s) problema(s) que a absorve há algum tempo é um excelente começo para uma boa empatia na relação psicoterapêutica, e claro, para o sucesso.
No entanto, nem sempre é possível ter apoio psicoterapêutico e /ou de (re)habilitação, sem ter apoio psiquiátrico ou neurológico, por isso é fundamental haver sempre uma equipa multidisciplinar em rede para dar o máximo de apoio possível a quem procura e mais precisa.
Contudo, penso que a medicação é sempre um adiar da confrontação com o problema, no entanto, há situações em que é extremamente necessário para se conseguir iniciar um processo psicoterapêutico ou de (re)habliatção.
A Neuropsicologia também começa a ganhar algum terreno, porque na verdade quer em psicoterapia com um Psicólogo, e essencialmente em Neuropsicologia trabalha-se com o cérebro.
Apenas uma pequena curiosidade...
Através de um questionário aplicado em vários países europeus (Portugal, Espanha, Bélgica, Itália) no ano de 2007, pela Deco Proteste concluiu-se que das várias perturbações realçadas, aquelas que sobressaíram foram, sem surpresa nenhuma:
A Depressão (como uma alteração do humor) e a Ansiedade.
Sem dúvida que a maioria destas situações tiveram de requer medicação e que a curto prazo se viu razoáveis melhorias, mas a médio e longo prazo não será a solução adequada, é preciso algo mais e para isso é fundamental e necessário que a Psicologia e a Neuropsicologia comecem a ganhar cada vez mais terreno no meio da saúde mental.
Mais informação em: Teste Saúde n.º70 Dezembro de 2007/Janeiro de 2008.
domingo, 5 de outubro de 2008
Neuropsicologia Vs Neurologia
Ambas estudam o cérebro através de abordagens, métodos e formas de intervenção distintas, no entanto, o objectivo final é sempre o bem-estar, quer físico, quer psicológico do indivíduo.
Então, como é que a Neuropsicologia estuda o cérebro?
A Neuropsicologia tem como principal preocupação e interesse as funções mentais (nervosas/psicológicas) superiores, ou seja, como é que diferentes lesões cerebrais comprometem diferentes áreas da cognição humana bem como alguns aspectos do comportamento, e a partir daí como intervir.
O importante é perceber o processo das funções psíquicas superiores nas diversas áreas cerebrais e não dar demasiada importância à localização cerebral dessas mesmas funções, uma vez que só assim é possível habilitar e/ou reabilitar com sucesso.
Saiba mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Neuropsicologia
Por outro lado, a Neurologia sendo uma especialidade médica estuda o cérebro, mais concretamente, o sistema nervoso central e periférico, as suas relações e as suas perturbações (doenças). Ou seja, há uma maior preocupação em perceber a localização cerebral do comprometimento para melhor diagnosticar e, posteriormente intervir.
Tudo isto foi inicialmente possível, através do método de observação a indivíduos com diversas patologias neurológicas e, posteriormente através do método de experimentação científica.
Hoje em dia, é do conhecimento do público em geral diferentes patologias do foro neurológico desde as mais corriqueiras como as cefaleias (ou mais conhecidas como dores de cabeça) até às epilepias, aos traumatismos crânio-encefálicos ou às doenças neurodegenerativas (Alzheimer, Parkinson,...).
Para mais informação: http://pt.wikipedia.org/wiki/Neurologia
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Testes e Baterias Neuropsicológicos
Então do que é que estamos realmente a falar?
Daquilo a que os neuropsicólogos designam por testes neuropsicológicos que não são nada mais do que tarefas especificamente construídas utilizadas para medir uma determinada função psicológica superior e relacioná-la com uma estrutura cerebral ou via particular.
Os testes neuropsicológicos proporcionam:
- Clarificar e diagnosticar uma perturbação ou doença cerebral;
- Classificar a severidade clínica para pacientes com perturbações cognitivas ligeiras e severas;
- Monitorizar a evolução de alguém que está a ser tratado em termos neuropsicológicos;
- Investigar atrasos no desenvolvimento ou perturbações na aprendizagem em crianças e adolescentes.
- Doença de Alzheimer, doença de Parkinson ou outras doenças neurológicas;
- Crianças e adolescentes expostos a drogas, álcool ou doenças intra-uterinas;
- Pacientes com lesões cerebrais;
- Pacientes expostos a químicos e produtos tóxicos;
- Pacientes toxicodependentes;
- Vitímas de AVC (acidente vascular cerebral: embolia, trombose,...);
- Pacientes com demência.
Avaliam um conjunto de funções psicológicas (nervosas) superiores, tais como:
- Memória (curto-prazo e longo-prazo);
- Atenção, Concentração e distratibilidade;
- Capacidade de aprendizagem e resolução de problemas;
- Funções de raciocínio lógico e abstracto;
- Linguagem (capacidade de expressão e compreensão);
- Organização e coordenação visuo-espacial;
- Capacidades de planeamento, síntese e organização.
As baterias neuropsicológicas foram criadas por psicólogos e neuropsicólogos e são simplesmente um conjunto de testes padronizados para responder a questões de referência específica. Uma bateria típica consiste em mais de 12 testes padronizados e disponibiliza dados (quantitativos e qualitativos) muito específicos sobre o funcionamento cerebral do indivíduo.
Exemplo de uma excelente bateria neuropsicológica complexa, com conhecimento pessoal teórico e prático:
- PIEN (Programa Integrado de Exame Neuropsicológico - Teste Barcelona) de J. Peña-Casanova
- Rorschach (Sistema Integrativo de Rorschach) de John E. Exner, que fornece uma extensa informação sobre as características psicológicas do sujeito.
Se procura testes neuropsicológicos clique aqui.
Mais informação em:
http://www.bapta.com/np_testing.htm
http://www.hmc.psu.edu/healthinfo/no/neuropsychologicaltesting.htm
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Psiquiatria Vs Psicologia
Isto é completamente errado!
Também é errado pensar que a Psiquiatria, como uma especialidade da Medicina só trata de "malucos"...
A Psiquiatria lida com as doenças mentais em humanos através de:
- Prevenção;
- Atendimento;
- Diagnóstico;
- Tratamento;
- Reabilitação
- Depressões;
- Doença bipolar;
- Esquizofrenia;
- Perturbações de ansiedade;...
Para que isso seja possível, é necessário efectuar uma avaliação completa da pessoa numa perspectiva bio-psico-social e áreas afins.
A avaliação psiquiátrica, propriamente dita, envolve o exame do estado mental e a história clinica, no entanto, também podem ser utilizados testes psicológicos, neurológicos, exames de imagem e exames físicos que são combinados para se formular o diagnóstico psiquiátrico.
Ver mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Psiquiatria
O exame do estado mental (EEM) é o processo através do qual o psiquiatra e/ou psicólogo(a) observa e descreve de forma estruturada e sistematizada o actual estado mental do indivíduo através das seguintes categorias:
- Aparência;
- Comportamento;
- Discurso;
- Humor e afecto;
- Percepção;
- Pensamento (processo/forma e conteúdo);
- Cognição;
- Consciência;
- Orientação
Os psicólogos estudam vários conceitos, tais como:
- Percepção;
- Cognição;
- Emoções;
- Personalidade;
- Comportamento;
- Relações interpessoais.
- Família;
- Educação;
- Trabalho.
Mais detalhes em http://en.wikipedia.org/wiki/Psychology
A Psicologia envolve, ainda, muitas sub-áreas de estudo que se preocupam com:
- Desenvolvimento humano;
- Desporto;
- Saúde;
- Empresas;
- Justiça;
- Educação;
- Media.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Sucesso na Psicoterapia
Com a psicoterapia poderá melhorar a sua qualidade de vida, não só ao nível pessoal, mas também familiar, social e profissional.
A seguir estão algumas dicas essesnciais para que o sucesso durante o processo psicoterapêutico seja possível.
Passos fundamentais para o início de uma relação psicoterapêutica:
- Acima de tudo, tomar consciência do(s) seu(s) problema(s) – “Algo não está bem em mim!”;
- Aceitar que precisa de ajuda e procurar essa ajuda o quanto antes;
- Estar disponível para falar e ouvir;
- Sentir o espaço terapêutico como seu, durante o tempo em que está presente – “Este espaço é seu e aqui pode dizer tudo aquilo que quiser!”
E assim, se criam as condições essenciais para estabelecer uma boa relação terapêutica entre o(a) psicólogo(a) e quem o(a) procura.
Finalidades principais durante a relação psicoterapêutica:
- Superar obstáculos
e
- Enfrentar desafios
Dure o tempo que durar, sem pressas nem tempo determinado.
sábado, 8 de março de 2008
Neuropsicologia
Neste artigo poderá encontrar algumas respostas para as suas dúvidas sobre a Neuropsicologia, uma interface da Psicologia e da Neurologia que estuda as relações do cérebro e do comportamento humano.
O que é?
A Neuropsicologia é uma especialidade da Psicologia que utiliza o conhecimento sobre o funcionamento do cérebro na avaliação, diagnóstico e habilitação e/ou reabilitação das funções cognitivas, comportamentais e emocionais do indivíduo.
Como pode ajudar-me?
1. Avaliar detalhadamente através de testes neuropsicológicos
2. Identificar as dificuldades apresentadas pelo indivíduo
3. Habilitar e/ou Reabilitar através de exercícios práticos específicos
Quais as funções em que intervimos?
- Linguagem
- Raciocínio
- Pensamento
- Memória
- Atenção e Concentração
- Reconhecimento visual e auditivo
- Orientação
- Motricidade
- Dificuldades de aprendizagem
- •Pedidos de reforma
- •Lesão cerebral (ex. traumatismo craniano, epilepsia, …)
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Consultas de Psicologia
Neste artigo poderá ficar mais ilucidado sobre como decorrem as várias fases das consultas de Psicologia e como poderá beneficiar delas como um meio para ajudar a resolver os seus conflitos, problemas e/ou dúvidas.
- permite o máximo de recolha de informação acerca da história de vida do sujeito, bem como o motivo da consulta entre outros dados considerados relevantes;
Avaliação Psicológica
- não obrigatória, permite o máximo de recolha de informação possível através de testes psicológicos quer ao nível perceptivo, quer ao nível cognitivo, quer ao nível da personalidade (testes projectivos);
- método de tratamento dos sofrimentos psíquicos por meios essencialmente psicológicos;
- processo terapêutico que consiste melhor adaptação ao meio familiar e social, liberdade interior e capacidade de ser feliz maiores, conhecimento mais fino de si, dos seus limites, das suas possibilidades resultando, assim, uma aliança psicoterapêutica entre o(a) psicólogo(a) e quem o(a) procura.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Psicologia do Adulto
Estas situações podem surgir em diversos contextos, desde o pessoal e familiar até ao profissional.
A dificuldade em lidar com estes problemas provoca muitas vezes stress, sentimentos depressivos e de angústia, perturbações de ansiedade, entre outros, e que podem conduzir a uma baixa de auto-estima e mesmo a sentimentos de impotência para encontrar uma resposta eficaz.
É nestes momentos que a Psicologia poderá ajudar a encontrar uma forma mais eficaz de lidar com a situação problemática, através da maximização dos recursos pessoais e de novas estratégias a utilizar no futuro.
Algumas situações que podem ser sentidas como perturbadoras…
… na Esfera Pessoal e/ou Familiar
- Alterações na vida pessoal e/ou familiar
- Dificuldades no relacionamento conjugal
- Dificuldades no relacionamento com o(s) filho(s)
- Separação ou divórcio
- Instabilidade emocional
- Dificuldades na aproximação aos outros
- Dificuldades no estabelecimento de relações interpessoais adequadas
- Isolamento social
- Sintomatologia depressiva (tristeza, apatia, falta de motivação, …)
… na Esfera Pessoal e/ou Familiar
- Perturbações da ansiedade
- Perturbações do sono
- Perturbações do comportamento alimentar
- Adaptação à doença crónica
- Comportamentos aditivos (alcoolismo, toxicodependência, …)
- Falecimento de alguém significativo
… na Esfera Profissional
- Stress
- Sentimentos de frustração e de tensão psicológica
- Dificuldades no estabelecimento de relações interpessoais adequadas
- Gestão de conflitos no local de trabalho
- Adaptação a alterações no contexto profissional (promoções, despedimentos, reformas, …)
O que é que a Psicologia pode fazer?
A Psicologia começará por fazer uma avaliação da situação problemática, sugerindo, se necessário, um acompanhamento psicoterapêutico, no sentido de uma maior adaptabilidade ao contexto pessoal, familiar e/ou profissional.
É desde o início um trabalho conjunto, que resulta da relação terapêutica entre a psicóloga e quem a procura, pelo que ambos são responsáveis pelo desfecho do processo psicoterapêutico.
Psicologia da Criança e do Adolescente na escola

Assim, o infantário e a escola são mais que um local de aprendizagem; são também um espaço de interacção com os outros.
O facto das crianças e adolescentes passarem grande parte do dia no infantário ou na escola, confere aos educadores, professores e auxiliares de educação um papel fundamental tanto no desenvolvimento psicossocial como na sinalização de problemas.
Hoje em dia, vive-se na escola um ambiente mais tenso e menos harmonioso devido a crescentes conflitos vividos entre os próprios alunos e entre estes e os professores.
A Psicologia pode então ajudar a averiguar qual a situação que está a impedir o bom funcionamento escolar, quais as suas causas, consequências (imediatas e a longo prazo) e propor um plano de intervenção individualizado.
Situações problemáticas mais comuns em Contexto Escolar…
… na Aprendizagem
- Suspeita de défice cognitivo
- Falta de motivação
- Dificuldade em manter a atenção
… na Relação
- Dificuldades na aproximação aos outros
- Dificuldades no estabelecimento de relações interpessoais adequadas
- Isolamento social
… no Comportamento
- Comportamentos desadequados na sala de aula ou noutras actividades
- Comportamentos de oposição e rejeição
- Comportamentos agressivos e hostis
- Comportamentos anti-sociais
- Comportamentos aditivos
… no Indivíduo
- Sintomatologia depressiva (tristeza, …)
- Perturbações da ansiedade
- Instabilidade emocional
- Suspeita de problemas familiares
A Psicologia começará por fazer uma avaliação da situação problemática, sugerindo, caso necessário, um acompanhamento psicoterapêutico, no sentido de uma maior adaptabilidade ao contexto pessoal e escolar.
Para este fim, a Psicologia contará sempre com a colaboração dos pais, familiares e educadores/professores.
A intervenção da Psicologia realizar-se-á em consultório privado, mas sempre com disponibilidade para articulação com o estabelecimento de ensino, mediante o acordo de pais e professores.